As estrelas vão ser comidas por buracos negros
cujo sua fome não tem fim devorar luz e tudo
permanecer na escuridão,nem para os persas nem pros romanos
tudo escuro como um poço que morre de sede.
As buzinas me cegam desfilando entre elas como cleópatra
a mestruação e a esfinge o óvulo despenca como um planeta
no abismo profundo de milhões de anos em chamas.
Picadas de vespas por séculos, veneno de escorpião não pode
derrubar civilizações, meteoro em rota de colisão com meu crânio fim
de minha existência nascer de outra também na escuridão?
Quantos cadáveres são necessários para encher o túnel do metrô?
Quandos cadáveres são necessários para as lágrimas contnuarem existindo?
Quandos cadáveres são necessários para o ódio propiciar mais alguns anos de evolução?
A lua poderia se chocar com a terra assim como num coito anal
sangue e merda bailando sem gravidade entre exploções estelares
talvez a verdadeira composição da humanidade sangue e merda!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
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