Em braços durmo como um passáro caído do ninho
entre pernas como um polvo a rolar na lama do mundo
saliva um rio sem cloro sentindo pedras com os pés.
Mãos de corremão a colonizar terras férteis e
inférteis basta derrubar a cerca ou tocar a campanhinha.
No pescoço manicômio estéril setado carrossel no deserto.
Exílio amargo prova irrefutável de divisão militantes da
castração moral me faz percerber que sem
seu corpo não posso me conhecer.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
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