sábado, 8 de agosto de 2009

As flores de plásticos não morrem, mais perdem a cor !

Nossos lábios se encontram com sede para não secar.
Nossos corpos, se entrelação com desejo porque irão envelhecer.
Gozamos com suor o corpo sabe o dia que não será mais possível.

Te esculacho,sabendo que ficarei sem voz.
Me chama de filho da puta, sabes que em breve irei me calar.
Lhe beijo os pés e sei que caminho ele percorreu.

Trago flores que murcham e morrem se decompoem.
E seus jardineiros são o tempo que tira seus espinhos.
Mais sempre deixa alguns para sagrar seus dedos.

Chamais lhe servirei flores de plásticos.
Para nunca seu sentimento se tornar eterno.
E principalmente se lembrar o que é viver.

Morre devagar mais com lembrança da cor.
Ou morre rápido com ausência da cor.
E tudo que não morre jamais pode ser verdadeiro.

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